A profissão que escolhi é uma das mais belas, lançar-se a compreender e auxiliar o indivíduo em um processo de ressignificação e cura deixando de lado nossos próprios sofrimentos é um dos mais belos atos. Nosso papel como psicólogo é compreender a subjetividade, não apenas os sintomas apresentados. "Nem sempre o que o paciente deseja é o que ele quer, nem sempre sua queixa é a verdadeira demanda, nem sempre o que ele expressa verbalmente é sua real necessidade."
Estar sempre disponível para a necessidade do outro não é fácil; desgasta, consome, causa, preocupação, principalmente quando o caso do paciente é muito grave, porém é muito gratificante, quando percebemos a pessoa progredindo e que o nosso trabalho está sendo válido, muitas vezes é exatamente nesse momento chegada a hora de finalizar o processo psicoterapêutico deixando um vazio imediatamente preenchido pelo prazer em perceber que ele não precisa mais de nós, e este era o maior objetivo. "Psicólogos foram feitos para serem abandonados e esta é a glória!" (K.Z.)

Comentários
Postar um comentário