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Mostrando postagens de 2015

27 de Agosto Dia do PSICÓLOGO!

A profissão que escolhi é uma das mais belas, lançar-se a compreender e auxiliar o indivíduo em um processo de ressignificação e cura deixando de lado nossos próprios sofrimentos é um dos mais belos atos. Nosso papel como psicólogo é compreender a subjetividade, não apenas os sintomas apresentados. "Nem sempre o que o paciente deseja é o que ele quer, nem sempre sua queixa é a verdadeira demanda, nem sempre o que ele expressa verbalmente é sua r eal necessidade."  Precisamos ter um grande autoconhecimento, sem isso não conseguiremos desenvolver um bom trabalho. Só podemos dar o que possuímos, por tanto, somente um profissional muito bem resolvido em sua vida será útil na vida do outro. Quem não dá conta dos próprios conteúdos não tem estrutura para lidar com os conteúdos alheios.   Estar sempre disponível para a necessidade do outro não é fácil; desgasta, consome, causa, preocupação, principalmente quando o caso do paciente é muito grave, porém é muito gratificante...

A Problemática da Infertilidade no Âmbito do SUS: uma Revisão Bibliográfica

A infertilidade humana constitui um problema de saúde pública reconhecida como doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Epidemiologicamente a infertilidade pode ser classificada em causas femininas, masculinas ou ambas. Pesquisa bibliográfica a partir do levantamento teórico das publicações sobre infertilidade humana, tendo como base em Lilacs, Scielo, Bvsms, entre outras. Utilizaram-se os descritores: infertilidade humana, reprodução humana assistida, psicologia, saúde pública e as mesmas palavras para ocorrência nos títulos. Neste cenário, buscou-se levantar um perfil da produção científica sobre o tema nos últimos 10 (dez) anos em bases de dados indexadas. O objetivo do presente artigo é abordar o assunto a respeito da infertilidade na saúde pública. Este levantamento mostrou que pouco se estuda sobre a infertilidade, os estudos são, eminentemente, quantitativos com uma abordagem médico-biologicista. Aborda-se mais os aspectos causais e os tratamentos, cirúrgicos ou medicame...

O SUICÍDIO NA PERSPECTIVA DA GESTALT-TERAPIA

"...Especificamente na perspectiva psicológica, o comportamento suicida é um fenômeno que tem se tornado um constante desafio para psicólogos das mais diferentes abordagens. Embora a literatura sobre o tema seja vastíssima, os subsídios teóricos habitualmente usados para o desenvolvimento de intervenções terapêuticas, além de se contrastarem, têm se apresentado muito pouco eficazes. A tentativa de explicar e intervir nas manifestações desse sofrimento psíquico esbarra em uma ampla variedade de fatores, entre os quais a questão do psicólogo ser preparado para lidar com a vida e não com a morte. Em relação a GESTALT-TERAPIA, abordagem fenomenológica-existencial, que tem como norteadores do pensar e do agir terapêutico a concepção de ser no mundo como um todo integrado e integrante de um contexto sócio-econômico-político-cultural e espiritual, consideramos que pela sólida contribuição teórico-prática que a mesma vem prestando não somente a clínica, mas também no atendimento à saúd...
“A compreensão da psicologia e de nós mesmos deve ser consistente. Se não, não podemos compreender nem entender o que fazemos, não podemos pretender resolver nossos problemas nem esperar viver vidas gratificantes. Porém tal compreensão do self envolve mais do que o entendimento intelectual habitual. Requer sentimento e também sensibilidade.” Fritz Perls

PSICÓLOGA DIZ QUE É PRECISO EQUILIBRAR OS ESTUDOS COM HORAS DE LAZER E NÃO COMETER EXAGEROS

A psicóloga clínica Rosenilse Mendonça, com formação em psicologia e psicoterapia humanista-gestalt terapia e terapia rogeriana, diz que o excesso de horas de estudo pode criar uma sobrecarga, gerando estresse e cansaço, condições essas que comprometem a assimilação e consequentemente a aprendizagem. Nesses casos, segundo Rosenilse Mendonça, o desequilíbrio gera problemas psicológicos como a tristeza contínua, podendo levar o indivíduo a uma depressão. “Lembrando que os problemas psicológicos não resolvidos podem resultar em uma somatização, ou seja, o adoecimento físico do indivíduo”, observa. A psicóloga avalia que o estresse e a ansiedade são fatores complicadores no processo competitivo entre jovens. “É nesse momento que a indecisão, uma das principais características da adolescência deve ser substituída por decisões, mas assertivas como a escolha da vida profissional, e essa escolha geralmente é feita no meio competitivo, podendo acarretar muitas vezes em uma escolha duvi...

ESTUDO INDICA QUE 70% DOS TRABALHADORES CHEGAM AO LIMITE NO FIM DE ANO

Rose Mendonça diz que listar atividades e organizar ao máximo o ambiente de trabalho ajuda a diminuir ansiedade  Rose Mendonça ressalta que, quando o trabalhador sentir sintomas de ansiedade, fadiga e cansaço por conta de excesso de trabalho, deve procurar um profissional capacitado, na empresa ou fora dela, para pedir orientação. “Para evitar tais problemas deve ser feita uma lista de atividades e o trabalhador deve organizar ao máximo seu ambiente de trabalho. Com essa organização evitará o desperdício de tempo, que gera a temida ansiedade e o desgaste próprio de cada atividade”, destaca. Ela ressalta que sempre aconselha seus pacientes que digam não, quando necessário, colocando limites em situações difíceis de serem administradas; que mantenham o diálogo com colegas de trabalho promovendo um ambiente agradável; “Respeite o horário de intervalo dando um pequeno descanso para sua mente e corpo; faça atividade física, que reduz o nível de tensão, previne a fadiga e o estre...

ACALENTAR FILHOS E ACOMPANHAR PRIMEIROS PASSOS NÃO TEM PREÇO

Causas orgânicas e psicológicas podem impedir a mulher de engravidar A psicóloga clínica Rose Mendonça, especialista em Gestalt Terapeuta disse que muitas são as causas que impedem uma mulher de engravidar, de orgânicas a psicológicas. Por conta disso, ela observa que em seu consultório se depara com situações onde a falta de informação e o despreparo emocional perante uma situação dessas, podem levar desde à desestrutura familiar ao final de uma carreira profissional. Muitas vezes até, segundo ela, há um processo de vida adoecido, sendo agravado por uma série de patologias. “A impossibilidade de gerar filhos pode levar à sensação de completo fracasso”, argumenta. A psicóloga destaca que o primeiro passo é enfrentar o problema. “Encarar e aceitar o que você está sentido ajuda a suportar os sentimentos de tristeza e perda: é normal que a paciente sinta-se em uma das mais difíceis fases da vida, com um sério problema, sem saber que decisões tomar”, destaca. Segundo Rose Mendo...