Um relacionamento em que uma das pessoas sofre com depressão tende a ser muito mais estressante, muito mais tenso e a ter muito mais conflitos, de forma geral, do que um relacionamento entre duas pessoas não depressivas.
Uma pessoa depressiva tende a não sentir vontade ou prazer em nada durante dias seguidos e isso acaba afetando não somente os aspectos emocionais do casal, mas também a vida sexual.
Quando não há uma compressão por parte dx parceirx, as constantes mudanças de humor podem aumentar ainda mais os atritos.
Quem está lidando com pessoas com depressão em relacionamento precisa entender que também é preciso saber como agir e tentar entender o outro.
Quando uma pessoa tenta compreender as manifestações da doença e o transtorno depressivo de forma geral, ela fica muito mais aberta para colaborar de forma positiva com todo o processo que envolve o tratamento.
É preciso sempre tentar evitar o julgamento, principalmente devido à depressão ser uma doença estigmatizada e que ainda é rodeada de preconceitos.
Mesmo nos casos mais leves da doença, sintomas como irritabilidade, desânimo, agressividade, falta de interesse e tristeza são bastante comuns.
Estar presente e estimular a realização de atividades em conjunto pode ajudar essa pessoa a sentir um pouco mais de motivação. Além disso, é importante incentivar a procurar ou continuar/manter o tratamento psicoterápico, medicamentoso, quando for esse o caso, e a realização da atividade física regular.
Em caso de dúvidas procure um psicólogo para se informar sobre como conviver com uma pessoa em estado depressivo sem adoecer e colaborando de forma positiva com o processo.

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