A supervalorização dos defeitos danifica a autoestima e a autoimagem, despertando raiva, frustração, vergonha e tristeza nas pessoas com TDC. Para fugir dessas emoções, elas se dedicam a um cuidado extremo com a aparência.
Os sintomas da dismorfia corporal podem ser confundidos com os de outras condições de saúde mental, como os de distúrbios alimentares, e até com traços de personalidade, como vaidade e perfeccionismo. Dessa maneira, a identificação do transtorno costuma ser feita tardiamente.
Preocupações com a aparência, distúrbio alimentaro peso, a condição da pele e formato dos membros, são consideradas comuns quando são ocasionais.
Todo mundo pode se sentir desconfortável com o seu corpo de vez em quando, principalmente quem tem suscetibilidade a ceder a pressões externas, como cobranças de cônjuges e familiares. O culto a certos padrões de beleza, como a magreza, ainda é muito presente em nossa sociedade.
Quando a preocupação se torna excessiva e começa a consumir outras áreas da vida, é preciso prestar atenção no que você está sentindo e fazendo para responder ao estresse causado por esse sentimento.
As causas da dismorfia corporal são múltiplas e envolvem diversos fatores, como genéticos, neuroquímicos e ambientais.
Existe tratamento para o transtorno disfórico corporal. É importante lembrar que como qualquer outro diagnóstico, o TDC só pode ser diagnosticado mediante consulta com um profissional. É importante procurá-lo assim que os primeiros sintomas forem notados para prevenir que o incômodo emocional se transforme em um problema grave.

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